Caso de estudo

Impermeabilização do lago Merryland, Heliópolis

Em 2019, o lago do Merryland Park em Heliópolis foi revestido com poliureia pura projetada a quente. A bacia fica num jardim público, contra um edifício curvo, e tem de reter água através de um verão do Cairo.

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Visão geral

O Merryland é um dos jardins públicos antigos de Heliópolis. As pessoas caminham à beira desta água. Uma fuga não fica uma nota técnica. Faz descer o nível, mancha o passeio e tira o jardim de uso enquanto alguém procura uma sobreposição que se abriu.

A Krypton Chemical fabricou a resina. A equipa na obra projetou-a. A função era um revestimento que é um só filme desde o fundo, pela parede curva e à volta de cada sumidouro.

Localização: Heliópolis, Cairo, EgitoAno: 2019Tipo de intervenção: Impermeabilização de lagoSistema: Poliureia pura de projeção a quente
LocalMerryland Park, Heliópolis, Cairo
Ano2019
EstruturaBacia de lago em betão junto a um edifício curvo
MembranaPolyurea Rayston, poliureia pura de projeção a quente
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Desafio

Um lago de parque não é uma cobertura que seca entre tempestades. A água assenta no filme todos os dias. Qualquer caminho através do revestimento torna-se um caminho sob a bacia, e o primeiro sinal é uma mancha húmida numa floreira ou uma noite lenta de nível que ninguém consegue apontar.

A geometria é a parte difícil. O fundo encontra uma parede alta de betão numa curva. Tubos e sumidouros atravessam essa parede. Essas são as linhas que se movem de forma diferente do campo: a parede aquece ao sol de Heliópolis, a água fica mais fria e o canto entre elas trabalha todas as tardes. Uma membrana corajosa no meio e fina no sumidouro falha no sumidouro.

A bacia está também aberta ao jardim. Pó, folhas e tráfego pedonal durante a obra querem um filme húmido. O revestimento tem de travar depressa e depois permanecer elástico durante a vida do betão por baixo.

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Solução

A membrana é a Polyurea Rayston, a poliureia pura de projeção a quente da Krypton Chemical. Está feita para lagos, canais e betão que retém água, projetada como dois componentes através de uma máquina aquecida. O tempo de gelificação é de cerca de 4 segundos a 25 °C, e o filme fica isento de pegajosidade em cerca de 30 segundos assim que os componentes estão à temperatura de projeção. Num lago aberto, essa é a diferença entre um revestimento limpo e um revestimento cheio de pó de jardim.

A construção típica é de 1,5–2,0 kg/m², o que dá cerca de 1,5–2 mm. O alongamento é de cerca de 324 % e a resistência à tração de cerca de 16,2 MPa, com resistência ao rasgamento de 69 N/mm. Esses números são os dados do próprio produto. São a razão pela qual uma junta de parede curva se pode mover sem rasgar o filme, e pela qual uma equipa de manutenção pode circular na bacia vazia mais tarde sem o cortar. A permeabilidade à água líquida é de 0,002 kg/m² por raiz quadrada de hora. Para um lago, essa é a propriedade que justifica a especificação.

A cor nesta bacia é um cinzento claro, um dos tons standard. A Polyurea Rayston é aromática, por isso a luz do sol pode mudar o tom com o tempo. Essa mudança não leva a resistência consigo. Onde o dono quer o cinzento mantido, um acabamento alifático faz esse trabalho. O revestimento do lago em si é a poliureia.

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Execução

O betão tem de merecer a aderência antes de alguém aquecer a máquina. A aderência por arrancamento deve ser de pelo menos 1,4 N/mm². A humidade no suporte fica abaixo de 4 %. A temperatura de superfície fica entre 10 e 40 °C, e a humidade do ar para uma aderência limpa fica abaixo de 85 %. Uma humidade mais alta não impede a poliureia de reagir. Torna a aderência mais difícil de confiar.

A preparação é mecânica. Abrir o poro por desbaste ou granalhagem, reparar as fissuras antes da projeção, eliminar arestas vivas e aspirar o pó. Um lago que já reteve água precisa desse passo mais do que uma cobertura nova: a superfície pode parecer intacta e ainda ter leitada de cimento e biofilme antigo. Se se suspeitar de humidade vinda de baixo, a ficha técnica pede duas demãos de primário epóxi, a segunda cega com quartzo. Os tubos metálicos são limpos e primados com o primário de poliuretano.

Ambos os componentes levam-se a cerca de 25–30 °C antes de entrarem na máquina. O lado amina é agitado e pigmentado. Depois a projeção: componente A a 65 °C, componente B a 75 °C, mangueira a 65 °C, pressão de pelo menos 140 bar. A passagem vigia-se quanto à espessura, porque 1,5–2 mm é uma construção que se pode falhar num canto se a pistola se apressar.

O fundo é a passagem fácil. A parede curva, a meia-cana e cada sumidouro são a passagem que decide o lago. O mesmo filme tem de chegar ali, na mesma espessura, ligado ao flange do tubo para a água não circular por trás do revestimento. Gelificar em quatro segundos significa que o pormenor é projetado e deixado. Não é escovado depois.

A dureza constrói-se desde os primeiros minutos. A ficha técnica segue a Shore A dos cinco minutos aos quatro dias a 25 °C. A bacia não deve voltar ao serviço até os pormenores terem sido percorridos e os sumidouros aceites. Uma inundação do revestimento vazio, antes de o jardim reabrir, diz mais do que um medidor no meio do fundo.

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Resultado

O revestimento é um filme contínuo de poliureia pura sobre o fundo e pela parede, cinzento claro, com a linha do sumidouro no lado curvo levada à mesma membrana. Esse é o resultado que este lago precisava: nenhuma sobreposição para a água trabalhar, e alongamento suficiente para a oscilação diária de temperatura em Heliópolis.

A ponte de fissuras na ficha técnica atinge a classe A5 a menos 10 °C e a classe B4.2 a 23 e a menos 20 °C. O Cairo não pedirá o extremo frio desse intervalo. Pedirá o movimento. A dureza Shore de 87A e 35D é a outra metade: suficientemente mole para seguir o betão, suficientemente firme para uma bacia esvaziada poder ser limpa.

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Produtos

Polyurea Rayston

Poliureia pura projetada a quente. Consumo típico de 1,5–2,0 kg/m² para 1,5–2 mm. Alongamento de cerca de 324 %, resistência à tração de cerca de 16,2 MPa, rasgamento de 69 N/mm, Shore 87A / 35D. Gelificação de cerca de 4 segundos a 25 °C.

Ficha técnica da Polyurea Rayston

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FAQ

Quão depressa gelifica a poliureia num lago aberto?

A Polyurea Rayston gelifica em cerca de 4 segundos a 25 °C. Numa bacia aberta em Heliópolis, essa velocidade importa: o pó e uma brisa súbita não encontram um filme húmido longo onde pousar.

Qual é a espessura do revestimento?

O consumo típico de projeção é de 1,5–2,0 kg/m², o que constrói um filme de cerca de 1,5–2 mm. Esse valor é dado de produto, não um testemunho retirado deste lago.

A junta fundo-parede pode mover-se?

A membrana alonga cerca de 324 % e faz a ponte de fissuras nas classes indicadas na ficha técnica. Um lago de parque move-se todos os dias entre o sol no betão e a água fria.

A cor cinzenta mantém-se ao sol?

A Polyurea Rayston é aromática. A luz do sol pode mudar a cor. O filme mecânico não depende dessa cor. Um acabamento alifático é a forma de manter o tom quando a bacia permanece aberta ao céu.

De que precisa o betão antes da projeção?

Aderência por arrancamento de pelo menos 1,4 N/mm², humidade abaixo de 4 % e uma superfície entre 10 e 40 °C. O poro tem de estar aberto, e o pó do desbaste tem de ter desaparecido.

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Fotografias

Revestimento em poliureia pura do lago Merryland
Revestimento em poliureia pura através do lago Merryland, levado pela parede curva e à volta dos sumidouros.

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