Impermeabilização do lago de um parque temático em Madrid
Impermeabilização do lago de um parque temático em Madrid em 2019. Espanha – Madrid. O produto da obra é Polyurea Rayston X5.
01 · Visão geral
Em que consistiu a obra?
Impermeabilização do lago de um parque temático em Madrid em 2019. Espanha – Madrid. O produto da obra é Polyurea Rayston X5. Madrid dá a um revestimento uma luz dura e um ano amplo, pavimentos quentes no verão e geada no aço no inverno.
Caso de estudo Impermeabilização do lago de um parque temático em Madrid no Parque Warner Impermeabilização do lago do parque temático em Madrid: em 2019, os sistemas Krypton Chemical revestiram de novo o lago artificial do Parque Warner.
O lago mistura fundos, paredes, canais estreitos e tubagens.
Por isso a equipa precisava de uma membrana líquida capaz de seguir todas as formas.
A Krypton Chemical fabrica e fornece o sistema de resina. O requisito é simples mas rigoroso: manter a água, o desgaste e as intempéries do lado certo da estrutura, tanto nos pontos singulares como na área corrente.
| Projeto | Impermeabilização do lago de um parque temático em Madrid |
|---|---|
| Local | Espanha – Madrid |
| Ano | 2019 |
| Sistema | Impermeabilização |
| Produtos | Polyurea Rayston X5 |
Vídeo do projeto
02 · O desafio
Que requisitos tinha a obra?
Uma cobertura está cheia de sumidouros, sobreposições e bordos, e as intempéries atuam sobre todos eles. A água não entra pelo meio de um pano são. A água entra onde o ponto singular ficou com pouca espessura ou onde o tabuleiro começou a movimentar-se.
O sistema executa-se de uma só vez, primeiro os pontos singulares, para cumprir a sua função sem reparações todos os verões.

03 · A solução
Que sistema foi especificado?
O sistema escolhido aqui é o nomeado para a obra: Polyurea Rayston X5. Foi escolhido por ser adequado ao suporte e à exposição.
Numa cobertura a membrana tem de seguir sumidouros e remates verticais com a mesma espessura do campo. Um filme aromático exposto recebe um acabamento se a cor ficar visível.
04 · Execução
Como foi executado o sistema?
A Polyurea Rayston nunca se projeta sobre um suporte sujo; o betão ou o tabuleiro é preparado previamente. A aderência por arrancamento deve ser de pelo menos 1,4 N/mm². As fissuras são abertas e preenchidas. A humidade no betão fica abaixo de 4 %, com o betão entre 10 e 40 °C. Se a laje está húmida por trás, aplicam-se duas demãos de primário epóxi, a segunda cegada com quartzo. É essa aderência que evita a formação de bolhas quando o tabuleiro aquece.
A projeção é a quente. Resina a cerca de 65 °C, isocianato a cerca de 75 °C, mangueira a cerca de 65 °C e pelo menos 140 bar na pistola. O consumo habitual é de 1,5–2,0 kg/m², para uma espessura de cerca de 1,5–2 mm. O tempo de gelificação é cerca de 4 segundos a 25 °C. O alongamento típico é 324 % e a resistência à tração é 16,2 MPa. São valores da ficha técnica, não medições feitas nesta obra. Uma película aromática perde cor ao sol, pelo que uma superfície exposta leva acabamento alifático. Um revestimento enterrado ou protegido não precisa dessa camada para manter as suas propriedades.
Uma cobertura destas falha nos bordos muito antes de falhar na área corrente. Platibandas, sumidouros, maciços de equipamentos e sobreposições executam-se primeiro, com o mesmo sistema e a mesma espessura. O pano pode estar perfeito e o teto continuar a manchar se o sumidouro tiver sido rematado apenas com mástique.
O tabuleiro movimenta-se com a variação de temperatura entre o dia e a noite. A membrana tem de acompanhar. Uma demão rígida desenha no tecto todas as fissuras do suporte. O movimento térmico é a razão para um sistema elástico nesta cobertura, não a preferência por um bidão em particular.
Onde a membrana fica exposta ao sol, a cor e a impermeabilização são asseguradas por camadas distintas. A membrana impede a água. Uma demão alifática preserva o aspeto. Dispensar o acabamento só porque a membrana já é estanque faz com que uma cobertura sã pareça degradada e leva a reabilitações desnecessárias.
05 · Resultado
O que garante um trabalho deste tipo?
Impermeabilização do lago de um parque temático em Madrid tem um critério. O revestimento tem de continuar a cumprir a sua função depois de a área voltar ao uso, tanto nos pontos singulares como na área corrente.
Os tempos de cura, espessuras e resistências indicados provêm das fichas técnicas dos produtos.
O que Impermeabilização do lago de um parque temático em Madrid exige é mestria na linha difícil. Na área corrente a aplicação de resina é simples; a dificuldade está nos pontos singulares. Sumidouros, bordos, atravessamentos e mudanças de plano são os sítios onde a espessura falta e onde a água ou o desgaste encontra a falha. Aí aplicam-se os mesmos produtos com o mesmo cuidado, e respeita-se a cura completa antes de a área voltar ao serviço.
06 · Produtos
Produtos nesta obra
Polyurea Rayston X5
Nomeado neste projeto. A ficha técnica indica a janela de aplicação e os valores típicos.
07 · FAQ
Perguntas frequentes
Onde fica a obra?
Impermeabilização do lago de um parque temático em Madrid. Espanha – Madrid
Quando foi executada a obra?
2019.
Que produtos foram aplicados?
Polyurea Rayston X5.
Que espessura tem a poliureia?
O consumo habitual é de 1,5–2,0 kg/m², para uma espessura de cerca de 1,5–2 mm. São valores da ficha técnica, não medições feitas nesta obra.
O sol danifica-a?
A poliureia pura é aromática: a cor pode alterar-se, mas a resistência mantém-se. Onde a película fica exposta ao sol, aplica-se um acabamento alifático.
08 · Fotos
Na obra









































