01 · Visão geral

De que projeto se trata?

Em 2019, a impermeabilização da cobertura da Lear em Épila foi executada com Polyurea Rayston X5. Neste local, o clima faz parte da especificação: o calor, a chuva e a amplitude térmica diária determinam o sistema.

A Polyurea Rayston aplica-se por projeção a quente. Gelifica em cerca de quatro segundos e a espessura habitual é de 1,5 a 2 mm.

A Krypton Chemical fabrica a resina e a equipa em obra aplica-a. Na cobertura da Lear, os pontos singulares têm de receber a mesma película que a área corrente, e a cura tem de estar concluída antes de o edifício voltar a funcionar.

ProjetoImpermeabilização de cobertura da Lear em Épila
LocalEspanha – Aragão
Ano2019
SistemaImpermeabilização
ProdutosPolyurea Rayston X5

02 · O desafio

Que requisitos tinha a obra?

Uma cobertura é feita de sumidouros, sobreposições e bordos, todos expostos às intempéries. As infiltrações raramente começam a meio de uma zona em bom estado; começam onde um ponto singular ficou com pouca espessura ou onde o suporte começou a movimentar-se.

A cobertura tem de ser impermeabilizada como um sistema contínuo, começando pelos pontos singulares, para se manter estanque estação após estação sem reparações.

03 · A solução

Que sistema foi utilizado?

O sistema especificado para esta obra é a Polyurea Rayston X5, escolhido em função do suporte e das condições de exposição no local.

Numa cobertura, a membrana tem de envolver sumidouros e remates verticais com a mesma espessura da área corrente. Uma película aromática que fique exposta leva uma demão de acabamento quando a cor fica à vista.

04 · Execução

Como se executa o sistema?

Com a Polyurea Rayston, nunca se projeta sobre um suporte sujo: o betão ou o suporte é preparado antes. A aderência por tração deve ser de pelo menos 1,4 N/mm². As fissuras abrem-se e colmatam-se. A humidade do betão tem de ficar abaixo de 4 %, com o betão entre 10 e 40 °C. Se a laje tiver humidade por trás, aplicam-se duas demãos de primário epóxi, a segunda polvilhada com areia de quartzo. É esta aderência que evita a formação de bolhas quando o suporte aquece.

A projeção é feita a quente: resina a cerca de 65 °C, isocianato a cerca de 75 °C, mangueira a cerca de 65 °C e pelo menos 140 bar na pistola. O consumo habitual é de 1,5 a 2,0 kg/m², o que corresponde a cerca de 1,5 a 2 mm. O tempo de gel é de cerca de 4 segundos a 25 °C. O alongamento típico é de 324 % e a resistência à tração de 16,2 MPa. São valores da ficha técnica, não espessuras medidas nesta obra. Uma película aromática altera a cor ao sol, pelo que uma superfície exposta leva acabamento alifático. Um revestimento enterrado não precisa dessa demão para manter a resistência.

Numa cobertura, as infiltrações começam nos bordos muito antes de aparecerem na área corrente. Platibandas, sumidouros, maciços de equipamentos e sobreposições tratam-se primeiro, com o mesmo sistema e a mesma espessura. Um sumidouro rematado apenas com um cordão de mástique pode manchar o teto por baixo, mesmo com a área corrente perfeita.

O suporte dilata com o calor da tarde e contrai durante a noite, e a membrana tem de acompanhar esse movimento. Um revestimento rígido transmitiria à superfície todas as fissuras do suporte; por isso foi especificado um sistema elástico.

Onde a membrana fica exposta ao sol, a estanquidade e a estabilidade da cor dependem de duas camadas: a membrana impede a passagem da água e o acabamento alifático preserva o aspeto. Sem o acabamento, uma cobertura em bom estado pode parecer degradada muito antes do tempo.

05 · Resultado

Que resultado garante o sistema?

O objetivo é um revestimento que continue a cumprir a sua função depois de o edifício voltar ao uso, tanto nos pontos singulares como na área corrente.

Os tempos de cura, espessuras e resistências indicados nesta página são valores típicos das fichas técnicas dos produtos, não medições feitas em obra.

O trabalho crítico nesta obra está nos pontos singulares. A área corrente é a parte simples de qualquer aplicação de resina; é nos sumidouros, bordos, atravessamentos e mudanças de plano que a espessura tende a baixar e que a água ou o desgaste encontram caminho. Estas zonas recebem os mesmos produtos e o mesmo cuidado, e o revestimento cura por completo antes de a área voltar ao serviço.

06 · Produtos

Produtos desta obra

Polyurea Rayston X5

Especificado nesta obra. As condições de aplicação e os valores típicos constam da ficha técnica.

Ficha técnica

07 · FAQ

Perguntas frequentes

Onde fica a obra?

Em Épila, Aragão (Espanha).

Quando foi executada a obra?

2019.

Que produtos foram aplicados?

Polyurea Rayston X5.

Que espessura tem a poliureia?

O consumo habitual é de 1,5 a 2,0 kg/m², o que corresponde a cerca de 1,5 a 2 mm. É uma indicação da ficha técnica, não uma medição feita nesta obra.

O sol danifica a poliureia?

A poliureia pura é aromática: a cor pode alterar-se, mas a resistência mantém-se. Onde a película fica exposta ao sol, aplica-se um acabamento alifático.

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