01 · Descrição da obra

De que projeto se trata?

Impermeabilização de cobertura na Argentina em 2025. Latam. Os produtos na obra são Polyurea Rayston. Latam é o enquadramento, e a exposição é o que escolhe o conjunto de camadas.

A Krypton Chemical fabrica estes sistemas de resina em L’Hospitalet de l’Infant, Tarragona.

Latam Quando foi executado? 2025 Quais produtos são indicados? Polyurea Rayston.

Já há fotografias? As fotografias dos trabalhos estão na galeria desta página.

A Krypton Chemical fabrica e fornece o sistema de resina. O requisito é simples mas rigoroso: manter a água, o desgaste e as intempéries do lado certo da estrutura, tanto nos pontos singulares como na área corrente.

ProjetoImpermeabilização de cobertura na Argentina
LocalLatam
Ano2025
SistemaImpermeabilização
ProdutosPolyurea Rayston

02 · O desafio

Que requisitos tinha a obra?

Uma cobertura é um campo de sumidouros, sobreposições e margens, e o clima trabalha sobre todos eles. A água não passa através de um pano em bom estado. A água entra onde o ponto singular ficou com pouca espessura ou onde a laje começou a movimentar-se.

O sistema executa-se de uma só vez, primeiro os pontos singulares, para cumprir a sua função sem reparações todos os verões.

Vista aérea da cobertura de betão nu de um edifício residencial em Buenos Aires, antes da membrana
Vista aérea da cobertura de betão nu de um edifício residencial em Buenos Aires, antes da membrana

03 · A solução

Que sistema foi especificado?

O sistema escolhido é o indicado para a obra: Polyurea Rayston. Foi escolhido por ser adequado ao suporte e à exposição.

Numa cobertura a membrana tem de seguir sumidouros e remates verticais com a mesma espessura do campo. Uma membrana aromática exposta leva acabamento alifático quando a cor é importante.

04 · Execução

Como foi executado o sistema?

A Polyurea Rayston nunca se projeta sobre um suporte sujo; o betão ou o tabuleiro é preparado previamente. A aderência por extração deve ser de pelo menos 1,4 N/mm². As fissuras cortam-se e preenchem-se. A humidade no betão fica abaixo de 4 %, com o betão entre 10 e 40 °C. Se houver humidade ascendente na laje, aplicam-se duas demãos de primário epóxi, a segunda com polvilhamento de quartzo. É essa aderência que evita a formação de bolhas quando o tabuleiro aquece.

A projeção é a quente. Resina a cerca de 65 °C, isocianato a cerca de 75 °C, mangueira a cerca de 65 °C e pelo menos 140 bar na pistola. O consumo habitual é de 1,5–2,0 kg/m², para uma espessura de cerca de 1,5–2 mm. O tempo de gel é cerca de 4 segundos a 25 °C. O alongamento típico é 324 % e a resistência à tração é 16,2 MPa. São valores da ficha técnica, não medições feitas nesta obra. Uma película aromática perde cor ao sol, pelo que uma superfície exposta leva acabamento alifático. Um revestimento enterrado não precisa dessa mão para conservar a resistência.

Uma cobertura destas falha nos bordos muito antes de falhar na área corrente. Platibandas, sumidouros, maciços de equipamentos e sobreposições executam-se primeiro, com o mesmo sistema e a mesma espessura. O pano pode estar perfeito e o teto continuar a manchar se o sumidouro tiver sido rematado apenas com mástique.

O suporte movimenta-se com a variação de temperatura entre o dia e a noite. A membrana tem de acompanhar esse movimento. Uma mão rígida reproduz todas as fissuras do suporte no teto. É o movimento térmico que justifica um sistema elástico numa cobertura deste tipo.

Onde o filme permanece ao sol, cor e impermeabilização são duas camadas. A membrana impede a entrada de água. Uma mão alifática conserva o aspeto. Dispensar o acabamento só porque a membrana já é estanque faz com que uma cobertura sã pareça degradada e leva a reabilitações desnecessárias.

05 · Resultado

O que tem de garantir esta obra?

O revestimento tem de continuar a cumprir a sua função depois de a área voltar ao uso, tanto nos pontos singulares como na área corrente.

Os tempos de cura, espessuras e resistências indicados provêm das fichas técnicas dos produtos.

O que esta obra exige é rigor na execução dos pontos singulares. Na área corrente a aplicação de resina é simples; a dificuldade está nos pontos singulares. Sumidouros, bordos, atravessamentos e mudanças de plano são os pontos onde a espessura costuma ficar curta e onde a água ou o desgaste encontram a falha. Aí aplicam-se os mesmos produtos com o mesmo cuidado, e respeita-se a cura completa antes de a área voltar ao serviço.

06 · Produtos

Produtos desta obra

Polyurea Rayston

Indicado neste projeto. As condições de aplicação e os valores típicos constam da ficha técnica.

Ficha técnica

07 · FAQ

Perguntas frequentes

Onde fica a obra?

Impermeabilização de cobertura na Argentina. Latam

Quando foi executada a obra?

2025.

Que produtos foram aplicados?

Polyurea Rayston.

Que espessura tem a poliureia?

O consumo habitual é de 1,5–2,0 kg/m², para uma espessura de cerca de 1,5–2 mm. São valores da ficha técnica, não medições feitas nesta obra.

A luz solar danifica-a?

A poliureia pura é aromática: a cor pode alterar-se, mas a resistência mantém-se. Usa-se um acabamento alifático onde o filme permanece ao sol.

08 · Fotos

Na obra

Operário a preparar a laje de cobertura de betão antes da impermeabilização, edifício residencial em Buenos Aires
Operário a preparar a laje de cobertura de betão antes da impermeabilização, edifício residencial em Buenos Aires
Vista aérea da cobertura de betão nu de um edifício residencial em Buenos Aires, antes da membrana
Vista aérea da cobertura de betão nu de um edifício residencial em Buenos Aires, antes da membrana
Impermeabilização de cobertura Argentina: poliureia projetada em torno de um sumidouro em Buenos Aires
Impermeabilização de cobertura Argentina: poliureia projetada em torno de um sumidouro em Buenos Aires
Aplicador a projetar poliureia numa varanda de um edifício residencial em Buenos Aires, Argentina
Aplicador a projetar poliureia numa varanda de um edifício residencial em Buenos Aires, Argentina

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